30.1.07
Windows Vista por menos de 700€? Quero dois!
O Vista foi lançado hoje às 0 horas. Não me chegaram notícias de grande entusiasmo na abertura das lojas. Parece que desta vez não houve mortos e feridos como no lançamento da PlayStation 3. Afinal é apenas o lançamento dum aborrecido sistema operativo!
O que é relevante é que uma versão do Vista está à venda nas lojas nacionais pela módica quantia de 669,99€ (não acredita? clique aqui!).
Bem sei que é uma versão ultra-deluxe-vip-professional mas parece-me obsceno que uma peça de software que se vende aos largos milhões custe tanto.
Vamos a ver se a pirataria vai tramar o Linux outra vez ("O Linux é grátis? Pelo mesmo preço tenho aqui um Vista crackado!") ou a Microsoft vai combater a sério as cópias ilegais.
O Vista foi lançado hoje às 0 horas. Não me chegaram notícias de grande entusiasmo na abertura das lojas. Parece que desta vez não houve mortos e feridos como no lançamento da PlayStation 3. Afinal é apenas o lançamento dum aborrecido sistema operativo!
O que é relevante é que uma versão do Vista está à venda nas lojas nacionais pela módica quantia de 669,99€ (não acredita? clique aqui!).
Bem sei que é uma versão ultra-deluxe-vip-professional mas parece-me obsceno que uma peça de software que se vende aos largos milhões custe tanto.
Vamos a ver se a pirataria vai tramar o Linux outra vez ("O Linux é grátis? Pelo mesmo preço tenho aqui um Vista crackado!") ou a Microsoft vai combater a sério as cópias ilegais.
Etiquetas: vista, windows, windows vista
26.1.07
Aperta o cerco à Apple
A Apple criou um novo monopólio mesmo nas barbas da indústria fonográfica, da rival Microsoft e das lojas online como a Amazon. Talvez a reduzida margem de penetração dos PCs da Apple tenha servido para desvalorizar o crescente poder dos leitores iPod mais a loja de vendas iTunes. Big mistake!
O iPod tem uma margem de mercado na casa dos 80% nos Estados Unidos e o iTunes para lá caminha. São, por isso, monopólios sem sombra de dúvida. E a Apple não se importa em comportar como tal imitando as mais sujas tácticas do rival Microsoft: as músicas de outras lojas não podem tocar nos iPod. Quem compra um iPod fica preso ao iTunes. Quem compra no iTunes fica preso ao iPod.
Felizmente, diversos países Europeus estão a lutar para o desmantelamento deste monopólio (ver Díário Digital). Esperemos que tenham sucesso para bem de todos os consumidores.
A Apple criou um novo monopólio mesmo nas barbas da indústria fonográfica, da rival Microsoft e das lojas online como a Amazon. Talvez a reduzida margem de penetração dos PCs da Apple tenha servido para desvalorizar o crescente poder dos leitores iPod mais a loja de vendas iTunes. Big mistake!
O iPod tem uma margem de mercado na casa dos 80% nos Estados Unidos e o iTunes para lá caminha. São, por isso, monopólios sem sombra de dúvida. E a Apple não se importa em comportar como tal imitando as mais sujas tácticas do rival Microsoft: as músicas de outras lojas não podem tocar nos iPod. Quem compra um iPod fica preso ao iTunes. Quem compra no iTunes fica preso ao iPod.
Felizmente, diversos países Europeus estão a lutar para o desmantelamento deste monopólio (ver Díário Digital). Esperemos que tenham sucesso para bem de todos os consumidores.
22.1.07
"Short attention span" trai iPhone
A imagem apresentada ao lado demonstra até que ponto o interesse pelo iPhone decaiu apenas 12 dias após o seu anúncio. O gráfico mede o número de pesquisas por "iphone" no Technorati - o indexador de blogs mais conhecido.
Como disse um blogger: "iPhone is soooo last week".

Como disse um blogger: "iPhone is soooo last week".
Etiquetas: iphone, technorati
20.1.07
Um Bongo? Um Buntu?
Sou fã e utilizador do Linux como servidor há cerca de uma década. No entanto, em termos de desktop as minhas experiências foram sempre negativas com instalações que ficaram a meio até aplicações que obrigam a um reboot.
Como tenho um portátil velhote entre mãos para "brincar" decidi experimentar a famosa distribuição Ubuntu que, alguns juram, é tão boa que vai convencer muitos a abandonar o Windows.
O meu chaço de testes tem apenas 64MB de RAM, 6GB de disco e um processador Celeron e vinha equipado com o Windows 98.
Puxei a versão alternativa do Ubuntu 6.10 para máquinas com menos de 192MB de RAM, queimei o CD, arranquei pelo CD, dei uma dúzia de Enters, deixei o instalador a copiar os ficheiros e quanto voltei tinha o sistema a perguntar-me por utilizador e password. Seguiu-se o reboot da ordem e eis que entrei pela primeira vez no sistema. Todo o hardware foi reconhecido correctamente, mesmo uma pen, o touchpad e a placa de rede PCMCIA.
O GUI é simplista com barras de tarefas em cima e em baixo (configuráveis, claro está) e vem de origem com uma selecção de aplicações generosas para processamento de imagem, multimédia, produtividade, jogos, Internet, etc.
Mais uma vez tudo funcionou à primeira. O sistema é tão pesado como o Windows 98, ou seja, de vez em quando entretém-se uns segundos a mexer no disco - nada que um upgrade de RAM não resolva.
A única excepção foi o pesadissimo OpenOffice (comparável ao Office da Microsoft). Ao fim de mais de um minuto a abrir levou-me ao desespero e a fechá-lo sem apelo nem agravo. Felizmente existem alternativas mais espartanas em Open Source.
Para concluir, a minha primeira impressão é positiva, os criadores do Ubuntu conseguiram fazer uma distribuição limpa e competente que funciona à primeira. Não é tão bonito como o Windows XP mas em contrapartida exige muito menos recursos.
E pelo preço é difícil arranjar melhor ;)
Sou fã e utilizador do Linux como servidor há cerca de uma década. No entanto, em termos de desktop as minhas experiências foram sempre negativas com instalações que ficaram a meio até aplicações que obrigam a um reboot.
Como tenho um portátil velhote entre mãos para "brincar" decidi experimentar a famosa distribuição Ubuntu que, alguns juram, é tão boa que vai convencer muitos a abandonar o Windows.
O meu chaço de testes tem apenas 64MB de RAM, 6GB de disco e um processador Celeron e vinha equipado com o Windows 98.
Puxei a versão alternativa do Ubuntu 6.10 para máquinas com menos de 192MB de RAM, queimei o CD, arranquei pelo CD, dei uma dúzia de Enters, deixei o instalador a copiar os ficheiros e quanto voltei tinha o sistema a perguntar-me por utilizador e password. Seguiu-se o reboot da ordem e eis que entrei pela primeira vez no sistema. Todo o hardware foi reconhecido correctamente, mesmo uma pen, o touchpad e a placa de rede PCMCIA.
O GUI é simplista com barras de tarefas em cima e em baixo (configuráveis, claro está) e vem de origem com uma selecção de aplicações generosas para processamento de imagem, multimédia, produtividade, jogos, Internet, etc.
Mais uma vez tudo funcionou à primeira. O sistema é tão pesado como o Windows 98, ou seja, de vez em quando entretém-se uns segundos a mexer no disco - nada que um upgrade de RAM não resolva.
A única excepção foi o pesadissimo OpenOffice (comparável ao Office da Microsoft). Ao fim de mais de um minuto a abrir levou-me ao desespero e a fechá-lo sem apelo nem agravo. Felizmente existem alternativas mais espartanas em Open Source.
Para concluir, a minha primeira impressão é positiva, os criadores do Ubuntu conseguiram fazer uma distribuição limpa e competente que funciona à primeira. Não é tão bonito como o Windows XP mas em contrapartida exige muito menos recursos.
E pelo preço é difícil arranjar melhor ;)
Etiquetas: ubuntu
15.1.07
Google escreveu-me uma carta

Recebi hoje no correio a carta do Google com o meu PIN da conta AdSense. Ou seja, já tenho quem me pague o cafézinho da manhã. Iupi!

Recebi hoje no correio a carta do Google com o meu PIN da conta AdSense. Ou seja, já tenho quem me pague o cafézinho da manhã. Iupi!
11.1.07
Elsa Raposo anima a Web nacional
O autor de um blog confidenciou-me que desde que escreveu um post no seu blog contra a divulgação do vídeo da Elsa Raposo o número de visitantes quintuplicou em poucos dias fruto das pesquisas no Google. O mesmo se passa no doMelhor (onde sou co-responsável). É pena não haver números fiáveis e actualizados dos mecanismos de pesquisa nacionais mas pela amostra de certeza que o nome da Elsa é dos mais populares entre os cibernautas nacionais.
A Web tem destas coisas, vive destes estranhos fenómenos efémeros de popularidade. O vídeo da Elsa fez esquecer o enforcamento do Saddam por cá e o iPhone fez o mesmo "lá fora". Amanhã ou depois será decerto outra coisa e estes assuntos cairão no esquecimento.
O autor de um blog confidenciou-me que desde que escreveu um post no seu blog contra a divulgação do vídeo da Elsa Raposo o número de visitantes quintuplicou em poucos dias fruto das pesquisas no Google. O mesmo se passa no doMelhor (onde sou co-responsável). É pena não haver números fiáveis e actualizados dos mecanismos de pesquisa nacionais mas pela amostra de certeza que o nome da Elsa é dos mais populares entre os cibernautas nacionais.
A Web tem destas coisas, vive destes estranhos fenómenos efémeros de popularidade. O vídeo da Elsa fez esquecer o enforcamento do Saddam por cá e o iPhone fez o mesmo "lá fora". Amanhã ou depois será decerto outra coisa e estes assuntos cairão no esquecimento.
Etiquetas: elsa raposo
10.1.07
iPhone: depois da euforia, a desilusão
O lançamento ontem do muito aguardado iPhone pela Apple fez transbordar a blogosfera de alegria e rasgados elogios.
24 horas depois começam as críticas, algumas que me parecem pertinentes, outras nem por isso:
A bem da clarificação da minha opinião devo acrescentar que encaro o iPhone como um produto de entretenimento ao lado do delicioso LG Chocolate mas o meu coração continua a suspirar pelo novo Treo 680 da Palm.
O lançamento ontem do muito aguardado iPhone pela Apple fez transbordar a blogosfera de alegria e rasgados elogios.
24 horas depois começam as críticas, algumas que me parecem pertinentes, outras nem por isso:
- Teclado Virtual - quando se pensa em telemóvel, vêm-nos à cabeça uma pequena caixa com um ecrã em cima e teclas em baixo. O iPhone rompe com a tradição ao virtualizar o teclado. Só isso é o suficiente para afastar alguns potenciais compradores e levará muitos a pensarem que vão ter de lavar as mãos com mais frequência. Além disso, resta ver se o novo método é prático quando nos encontramos na rua com apenas uma mão livre.
- O quê? Sem 3G? - do ponto de vista dos operadores de telemóveis, o facto do iPhone não suportar 3G é um grande problema em termos de marketing e de potenciais receitas criadas com o tráfego de dados. Para os clientes "normais", isto pouco interessa, se de facto precisa de velocidades 3G então é melhor pensar em utilizar um computador portátil.
- Arquitectura fechada - ontem milhares de software-houses esfregaram as mãos de contente ao pensarem nas aplicações que podem desenvolver para o telemóvel. Hoje chegou a notícia que o sistema é fechado e controlado pela Apple. Até a poderosa Yahoo se veio queixar que não tem acesso à plataforma iPhone.
- Sem downloads de música - estranhamente, não é possível efectuar compras de vídeo e áudio directamente através da rede telemóvel. Isto obriga a possuir um PC ou Mac para efectuar a aquisição e transferência. Má notícia para os consumidores e péssima para os operadores.
- Sem memória auxiliar - é cada vez mais comum ver telemóveis, mesmo de baixo preço, com suporte de cartões de memória (SD ou outros). Ao não suportar estes cartões, o iPhone mais uma vez fica dependente do PC e limitado à memória que vem instalada. Não é prático ter de passar as suas fotografias para um computador antes de as ver no iPhone.
- Preço - será que existem muitos compradores dum telemóvel que custa 500 ou 600 Euros? E será que os operadores estão dispostos a subsidiar um equipamento que não é 3G - sobretudo partindo duma firma com quem nunca negociaram?
A bem da clarificação da minha opinião devo acrescentar que encaro o iPhone como um produto de entretenimento ao lado do delicioso LG Chocolate mas o meu coração continua a suspirar pelo novo Treo 680 da Palm.